29 julho 2013

O Câncer com Leveza - Renata Vittorato





Renata Vittorato

Conheci a Renata no último Programa Intensivo do ReVida, cujo grupo eu integrava como trainee como parte do processo de preparação para me juntar à equipe de terapeutas. Ela logo se destacou. Bonita, jovem, usando uma peruca longa e loura (conforme era seu cabelo antes da químio).
Renata teve câncer de mama, fez uma mastectomia parcial com reconstrução e está em químio.
O câncer a lançou num projeto individual pelo qual ela se propõe a facilitar o processo de enfrentamento da doença por outras pessoas. O projeto é uma página no Facebook chamada “O câncer com leveza”.
A seguir ela conta parte de sua experiência. Leiam com carinho.

Cristina.

QUEM SOU
Renata, 37 anos, casada. Mulher cheia de vida e de sonhos. O maior deles é ser mãe. Moro em Embu-Guaçu, mas estou vivendo em São Paulo durante o tratamento. Sou estilista, zootecnista e produtora de eventos, mas não trabalho desde uma cirurgia na coluna. Tive câncer de mama e estou em tratamento quimioterápico.

DIAGNÓSTICO
Carcinoma ductal invasivo grau 3, triplamente negativo: um tumor maligno, agressivo, sem receptores de proteína – o HER2. Os linfonodos não tinham sido atingidos e os hormônios não estavam alimentando o tumor.
O diagnóstico final veio logo após o Carnaval de 2013, depois de fazer os exames e a biópsia, mas eu já havia percebido em meados de novembro de 2012 ao fazer autoexame – que recomendo que todas as mulheres, de todas as idades, façam uma vez ao mês. Fui levando essa fase numa boa, com calma, sempre otimista e tranquilizando a família. Se eu tivesse algo, teria de enfrentar, fazer o quê…  Pelo tamanho do nódulo eu já sabia que de uma cirurgia não escaparia. 
Contudo, a experiência da biópsia não foi o que eu esperava. Eu sabia que era um exame chato e dolorido e estava ansiosa. O episódio foi revelador nos dois sentidos – do diagnóstico e do quanto eu estava com medo.
Na verdade, o exame começou tranquilo. Brinquei com a médica e fiz mil perguntas. Acabou sem intercorrências, mas quando iam fazer o curativo, meu corpo adormeceu. Não sentia minhas mãos e só conseguia dizer que estava passando mal, que chamassem alguém… Lembro de olhar fixo para a porta da sala, deitada na maca. E agora? Estou morrendo! Tive uma crise clínica de pânico, a qual eu trato há 20 anos. Chamaram os médicos, começaram a me medicar e examinar. Mas quando minha mãe chegou e me abraçou, consegui chorar e tudo passou… tinha que colocar para fora o estresse. Ou meu subconsciente me sabotou ou eu estava o tempo todo me enganando… há uma linha tênue entre o céu e o inferno, mas segui acreditando no melhor, não no pior.
Mas quando veio a confirmação… aí a história foi outra…  
Apesar de ser positiva, eu não estava preparada para isso. Talvez não acreditasse que pudesse acontecer comigo ou com alguém da minha família. Na verdade, sou o primeiro caso.
Quando recebi a notícia, meu corpo entorpeceu e um vazio tomou conta do meu cérebro. Tive a sensação de estar flutuando. Veio uma imensa enxaqueca. Então vieram os pensamentos: Ferrou… vou morrer! E agora? Vou ficar careca, vou morrer de tanto passar mal… Chorei muito.
Eu estava com o meu marido quando soube do diagnóstico. Recebi um telefonema da minha irmã e achei que fosse brincadeira dela… Entramos em choque. Meu marido se sentou no chão com as mãos na cabeça, mas mesmo cansado me colocou no carro, tarde da noite, e dirigiu até a casa dos meus pais. Todos nós juntos decidimos o que fazer, a que médicos eu iria… E seria de imediato, sem perder tempo.
Fui ao mesmo médico que tratou minha prima (ela também é minha ginecologista) há 20 anos. Era um dos melhores, o mais caro, mas estávamos correndo contra o tempo. Nessas horas não pensamos nas pessoas que passam pelo SUS, nem na fome dos pobres. Não pensei em nada, a não ser em me salvar.
Enquanto não conversei com os médicos – o mastologista e o oncologista – vivi no sopro, com um nó na garganta, como se tivesse levado um soco no estômago.
Resolvi que faria tudo que eles me mandassem fazer. Já que era privilegiada, tiraria proveito disso sem culpa.

CIRURGIA E TRATAMENTO
A cirurgia foi uma quadrantectomia no seio esquerdo e reconstrução, que acho que deve ser feita na mesma anestesia. Também coloquei um cateter para facilitar as aplicações por ele, pois toda semana é preciso tirar sangue, as medicações são fortíssimas, capazes de agredir a pele e as veias. O organismo vai deprimindo…
Acabei o ciclo de quatro quimioterapias vermelhas, que dizem ser as mais pesadas. Estou carequinha, todinha. A imunidade cai, por isso todo cuidado é pouco. Ainda estou no lucro porque não tive nenhuma febre e nem precisei ir ao pronto socorro.
Estou entrando no ciclo de doze químios brancas. Dizem que essas derrubam você no chão, mas há bem menos enjoos. Vamos ver… A primeira deveria ter sido feita no dia 10 de julho, mas senti muito os efeitos das medicações e resolveram adiar. Sentia calafrios e dores no corpo. 

O EMOCIONAL
Acredito que não existe um critério único para desenvolver o câncer. Eu diria que meu caso foi resultado de muitas coisas, mas principalmente do emocional. Eu já vinha de vários estresses, físicos e emocionais. Em 2003 perdi um bebê de outro relacionamento. Em 2006 começou a degeneração da minha coluna por causa de exercícios e esportes. A doença me causou anos de dores; passei por hospitais, tomei remédios fortes, parei de trabalhar e fui submetida a uma cirurgia em 2010, que deixou sequelas. Foram três 3 anos em reabilitações, dietas, exercícios, fisioterapias, terapias para recobrar o movimento das pernas. Também tive um grande aumento de peso: dos 62 kg originais passei a 85 kg em apenas dois meses – e tudo isso no ano em que me casaria.  Eu precisava entrar no vestido e usar salto alto. Foi uma busca estressante e, muitas vezes, frustrante. Além disso, tinha a vontade de ser mãe: foram 5 anos de tentativas que me consumiam, me machucavam.
Em outubro de 2012, estava conseguindo perder peso, treinar melhor, cumprir a dieta, mas quase morri. Desidratei muito e tive uma hipotassemia (queda de potássio), que pode ser fatal. Saí do hospital estabilizada, mas frustrada…
Eu fazia terapia havia alguns anos e ainda estávamos trabalhando toda essa minha ansiedade. Decidi que tudo seria diferente em 2013, que iria viajar, descansar, comer direito, respeitar meu corpo. Como meu marido e eu ainda não estávamos prontos para sermos pais, decidi fazer a coleta dos óvulos para que tivéssemos essa possibilidade no futuro (eu já tinha 37 anos). Deixaria as coisas acontecerem. Já que não estava trabalhando, iria cuidar de verdade da minha vida, sem cobranças, sem arrogância, sem perfeccionismo, sem culpa.
É tudo surreal – ainda é! – e acontece simultaneamente, em alta velocidade. Quando você vê, já foi… e não tem conversa. É tudo planejado. Pode haver intercorrências, mas há um protocolo a seguir.

FAMÍLIA, MARIDO, AMIGOS – E FILHOS…
 
Acredito que o câncer mexeu com todos da família, não só comigo. Minha mãe sofre muito, diz-se traída por Deus. Diz que esperava que acontecesse com ela. Meu pai também sofreu, mas se voltou para o trabalho. Ficou uma semana sem me olhar direito. Eles não queriam me ver careca. Comprei uma prótese muito parecida com meu cabelo. Meu pai dizia: NÃO QUERO VER FILME DE TERROR AQUI EM CASA! Minha mãe não gosta da careca, porque a associa com a doença, mas meu pai, quando a viu, disse que eu estava parecendo minha sobrinha, e a beijou.
Minha avó é a pessoa para quem sempre contei tudo. Ela é minha referência, meu anjo na terra; é religiosa e diz ter ficado chateada com Deus. Ela também é parceira e veio ficar comigo quando minha mãe teve que viajar.
Sei que minha irmã chora escondido, mas é durona, me apoia, me leva aonde tenho de ir. Ela faz tudo que eu preciso. Todos fazem.
As amigas são sensacionais, sem piedade… Essas são as verdadeiras amigas.
Todas as vezes em que fiquei internada, meu marido dormiu no sofá de anão (rs). Estamos passando a semana separados, mas ele vem às quintas-feiras para irmos ao Centro Grupo Socorrista, onde rezamos (esse é um lugar de cura). Meu marido me apoia. Nunca ouvi um não dele. Quando fui ao ReVida, em São Francisco Xavier, ele me levou em plena segunda-feira, e ainda confiando que eu ficaria bem. Ele é meu parceiro. Sinto meu casamento mais real, solidificado.
A questão da maternidade é polêmica, controversa, dói, magoa, é pior que o câncer. Com o câncer eu chorei de medo; com o fato de não ser mãe choro de tristeza, sinto um vazio. Eu quero muito minha família – eu, meu marido e filhos – e tem sido difícil lidar com a incerteza disso tudo. O câncer me fortalece, me motiva a continuar viva. São duas coisas muito distintas… Apesar de precisar passar pelo tratamento para poder voltar a tentar engravidar, eu acredito que ele vai passar, acredito na cura… mas ser mãe é uma sombra, pois com o fim do câncer vêm todos aqueles processos, exames, procedimentos exaustivos e doloridos. O câncer apareceu agora e as expectativas são positivas. Eu tenho lido pesquisado muito sobre o assunto. Congelei dois embriões. Dizem que devo esperar de três a cinco anos para implantá-los, mas não acredito nessa possibilidade. Vai ser na hora que tiver de serCom a recomendação de todos os especialistas envolvidos no meu tratamento, fez-se o procedimento de coleta dos óvulos e sua fertilização. Isso também só ocorreu porque o tumor não era alimentado por hormônio, pois o estímulo dos óvulos é feito com uma bomba de hormônios. Não seria impossível, mas haveria risco de aparecer mais tumores. Uma coisa importante: não é certeza que esses dois embriões vingarão; as chances são de 40% (sendo otimista – tenho que ser), mas isso me assombra, pois tenho que pensar em todas as hipóteses. Com a químio e a rádio, posso não ovular mais, e essas seriam minhas duas únicas chances de ter um filho legítimo. Mas posso usar um embrião doado, posso adotar.
No começo acreditei que eu já tivesse esses dois filhos, mas minha médica foi muito racional e disse que poderia não dar certo, que as chances eram poucas.  Foi desanimador. Ela poderia ter abordado a questão de outra maneira, mas foi realista e esse realismo todo me assustou. Apesar de eu achar a porcentagem alta, ela parecia não acreditar… a ponto de eu querer procurar um especialista em gravidez/câncer. Eu acredito que posso me curar e que posso engravidar. Quem é ela pra me dizer que não? Riscos eu corro todos os dias, até dormindo… A vida toda é um risco! Por que não arriscar pelos nossos sonhos? 

Pensamos em adotar, e não tenho preconceitos. Aceito crianças de até 2 anos, mas não decido isso sozinha. Quero entrar com os papéis, mas um dos documentos é um atestado de saúde, então também temos que esperar eu ficar bem. Preciso de um laudo de alta, e isso só vai acontecer no ano que vem. Mas as mulheres que engravidaram ou fizeram o tratamento grávidas me inspiram. Tenho que ter algo pelo que acordar amanhã… um motivo para continuar… E esse é um sonho. Eu casei com o homem da minha vida, sou filha, irmã, neta, tia, sobrinha… Falta ser mãe!    

FACEBOOK
Depois que conversei com os médicos, que saí um pouco da ignorância, mas ainda sentindo um peso no peito, fui até minha página no Facebook e disse: “E HOJE COMEÇA A MINHA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA!”
Eu me libertei… Decidi que iria passar da melhor maneira possível e que todo o mundo iria saber. Quem quisesse me acompanharia.
Logo veio a ideia da fazer uma Fanpage para alertar, mostrar e falar sobre como eu estava vivendo o câncer. Comecei a descobrir em mim uma pessoa forte e determinada e que aos poucos ia ajudando mulheres que sentiam as mesmas coisas. Já não me sentia tão sozinha… Essa página me ajuda, me orgulha, emociona… Fiz amigas, encontrei oportunidades. Quem quiser conhecer, procure  O câncer com leveza”.
O câncer machuca, é malvado, mas me mostrou um lado da vida que eu teimava em não ver. Muitas coisas foram ditas, decisões difíceis foram tomadas. Eu me voltei para a espiritualidade abandonada. A fé me fortalece mesmo quando minha imunidade cai ou quando passo mal pelos efeitos colaterais das medicações. 

DESAFIOS
Meu maior desafio sou EU mesma. Se estiver desanimada, deprimida, dá tudo errado. Quando estou bem, vou até o limite dos médicos… fiquei triste por não ter terminado a aplicação da primeira branca, mas disseram que fiquei muito mal e era arriscado continuar (eu mesma me lembro pouco). Fui até onde deu… Paciência também é um desafio, sou ansiosa. Então, mais uma vez, o controle de esperar, de aceitar, de me respeitar vem em primeiro lugar. E preciso de paciência também para retomar minha vida… meus sonhos… ser mãe!

MEDOS
Meu maior medo hoje é a recidiva, é não saber o que não está sob meu controle. Mas acredito que esse é o medo de todos que passam por isso. Mas o medo não me impede de continuar a viver, mesmo que nessa etapa eu tenha de ficar mais em casa com a família, mesmo estando mais cansada… Tenho feito projetos voltados para ajudar outras pessoas, então vivo o momento, faço que tenho vontade. Meu maior prazo é amanhã. 

AS PRÓXIMAS ETAPAS
Faremos uma nova tentativa para iniciar o ciclo das químios brancas. Depois serão de 30 a 40 sessões de radioterapia e exames de controle por até cinco anos. Eu já digo que farei pelo resto da vida.
Estou para fazer o exame de mutação genética para me proteger e proteger minha família. Nesse exame eles fazem o mapeamento dos genes, analisam um por um. A identificação de genes mutantes para o câncer indica risco para meus filhos, para minha irmã e minha mãe. 

 
A VIDA HOJE
Hoje, mais que nunca, quero viver! Quero estar junto dos que amo, mesmo sem falar uma palavra. Basta a presença.
Vejo a vida mais com mais objetividade e clareza, mas com leveza, sem perder tempo com o que não é realmente importante. E o que importa, importa muito mais agora. Brigo pela minha verdade e não aceito NÃOS, prazos. Eu mando em minha vida. Eu é que sei o que sinto, o que quero e quando. Isso é muito importante, pois é cruel uma pessoa dar prazos para alguém vivendo um câncer.
Eu me acho mais linda que nunca. Autoestima ajuda e faz bem. Tento ser positiva e tirar das coisas ruins, dos dias ruins, uma chance de me conhecer melhor, conhecer meu limite, minha dor, minha tristeza.
Vejo que posso ajudar. No começo não sabia como, mas as coisas fluíram e a vida foi se encaixando. Os amigos de verdade ficaram. Vi que era mais forte do que as mulheres em quem me espelhava (minha mãe e minha avó). Entendi que meu marido realmente me ama. A prova maior de amor é que eu continuo a mesma para eles. Eu é que não me conhecia. Entendi que ser gorda ou magra é indiferente. Compreendi que a vida é muito mais simples do que imaginava, e que o câncer não é um bicho de sete cabeças… Talvez de duas, vai… 


26 julho 2013

Dr. Ryke Geerd Hamer – nova medicina alemã




Dr. Hamer descobriu que cada doença – não somente o câncer – é controlada de sua própria área específica no cérebro e ligado a um “choque conflitante”

Em 18 de Agosto de 1978, o Dr. Ryke Geerd Hamer, médico, na época, especialista em doenças da cabeça, na clínica oncológica, na Universidade de Munique, Alemanha, recebeu a notícia chocante de que o seu filho Dirk, tinha recebido um tiro. Dirk morreu em Dezembro de 1978. Alguns meses mais tarde, o Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Desde que ele nunca esteve seriamente doente, ele supôs que o desenvolvimento do seu câncer poderia estar diretamente relacionado com a perda trágica do seu filho.
A morte de Dirk e a sua própria experiência com o câncer levou o Dr. Hamer a investigar a história pessoal dos seus pacientes com câncer. Ele constatou rapidamente que, como ele, todos tinham passado por algum episódio excepcionalmente estressante anterior ao desenvolvimento do câncer. A observação de uma conexão mente-corpo não foi realmente surpreendente. Inúmeros estudos já tinham mostrado que o câncer e outras enfermidades são freqüentemente precedidos por um evento traumático. Mas o Dr. Hamer levou a sua pesquisa mais além. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados do cérebro, ele analisou os escaneamentos do cérebro dos pacientes e os comparou com os seus registros médicos. O Dr. Hamer descobriu que cada doença – não somente o câncer – é controlado de sua própria área específica no cérebro e ligado a um “choque conflitante” muito particular e identificável. O resultado desta pesquisa é um gráfico científico que ilustra o relacionamento biológico entre a psique e o cérebro, em correlação com os órgãos e tecidos do todo o corpo humano.
O Dr. Hamer chamou as suas descobertas de “As Cinco Leis Biológicas da Nova Medicina”, porque estas leis biológicas, que são aplicáveis ao caso de qualquer paciente, oferecem uma compreensão inteiramente nova da causa, do desenvolvimento e do processo natural de cura das enfermidades. (Em resposta ao número crescente de distorções de suas descobertas e para preservar a integridade e a autenticidade do seu trabalho científico, o Dr. hamer agora protegeu legalmente o material de sua pesquisa, sob o nome de Nova Medicina Alemã (NMA). O termo Nova Medicina não poderia ter os seus direitos autorais protegidos internacionalmente.
Em 1981, o Dr. Hamer apresentou as duas descobertas à Faculdade Médica da Universidade de Tübingen, como uma tese de pós-doutorado. Mas até este dia, a Universidade se recusou a testar a pesquisa do Dr. Hamer, apesar de sua obrigação legal em fazer isto. Este é um caso sem precedentes na história das universidades. Similarmente, a medicina oficial se recusa a aprovar as suas descobertas, apesar de algumas 30 verificações científicas, tanto por médicos independentes, quanto por associações profissionais.
Logo após o Dr. Hamer ter apresentado a sua tese, lhe foi dado o ultimato de renunciar as suas descobertas ou ter a renovação do seu contrato na Clínica da Universidade, negada. Em 1986, ainda que o seu trabalho científico nunca tivesse sido contestado, muito menos desaprovado, o Dr. Hamer foi despojado da sua licença médica, pela razão de que ele se recusara a se conformar aos princípios da medicina padrão. Entretanto, ele estava determinado a continuar o seu trabalho. Aproximadamente em 1987, ele foi capaz de estender as suas descobertas para praticamente cada doença conhecida na medicina.
O Dr. Hamer foi perseguido e atormentado por cerca de 25 anos, em particular pelas autoridades Alemãs e Francesas. Desde 1997, o Dr. Hamer esteve vivendo no exílio na Espanha, onde ele continua com a sua pesquisa e onde ele continua a lutar pelo reconhecimento oficial de sua “Nova Medicina”. Mas, contanto que a Universidade da faculdade médica de Tübingen mantenha as suas táticas de protelação, aos pacientes por todo o mundo, será negado o benefício das descobertas revolucionárias do Dr. Hamer.

 

A ORIGEM DA DOENÇA NO CÉREBRO

O Dr. Hamer estabeleceu que “cada doença é causada por um conflito que pega um indivíduo totalmente sem precaução. (Primeira Lei Biológica). Em honra ao seu filho, Dr.Hamer chamou a este evento estressante imprevisto de Síndrome de Dirk Hamer ou SDH. Psicologicamente falando, uma SDH é um incidente muito pessoal, condicionado pelas nossas experiências passadas, nossas vulnerabilidades, nossas percepções individuais, nossos valores e crenças. Entretanto, uma SDH não é um conflito meramente psicológico, mas sim biológico, que tem que ser compreendido no contexto de nossa evolução.
Os animais experienciam estes choques biológicos em termos concretos, por exemplo, através de uma súbita perda do ninho ou território, uma perda de uma prole, uma separação de um companheiro ou do grupo, uma ameaça inesperada de fome, ou um terror ou morte. Com o decorrer do tempo a mente humana adquiriu um modo figurativo de pensar. Nós podemos experienciar estes conflitos biológicos também em um sentido invertido. Um homem, por exemplo, pode sofrer um “conflito de perda de território” quando inesperadamente perde o seu lar ou seu local de trabalho. Uma mulher com o “conflito do ninho” pode ter uma preocupação com o bem-estar de um “membro do ninho”, um “conflito de abandono” pode ser provocado por um divórcio inesperado, ou por ser movida para o hospital. As crianças freqüentemente sofrem um “conflito de separação” quando a Mãe decide voltar ao trabalho ou quando os pais se separam.
Analisando milhares de tomografias cerebrais computadorizadas (TC), em relação as histórias dos seus pacientes, o Dr. Hamer descobriu que no momento em que um SDH ocorre, o choque impacta uma área específica, pré-determinada no cérebro, causando uma “lesão” que é visível em uma tomografia computadorizada, como uma série de anéis concêntricos e distintos. Após o impacto, as células afetadas do cérebro comunicam o choque ao órgão correspondente, que, por sua vez, responde com uma alteração particular previsível. A razão por que os conflitos específicos estão ligados indissoluvelmente às áreas específicas do cérebro, é que durante a nossa evolução histórica, cada parte do cérebro estava programado para responder instantaneamente aos conflitos que poderiam ameaçar a nossa sobrevivência. Enquanto o “velho cérebro” (tálamo e cerebelo) é programado com temas mais avançados, tais como conflitos territoriais, conflitos de separação, conflitos de identidade e conflitos de auto-desvalorização.
A pesquisa médica do Dr. Hamer está firmemente ligada à ciência da embriologia, porque se o órgão responde a um conflito através do crescimento de um tumor, através da lesão de um tecido, ou através de dano funcional, é determinado pela camada embriônica do embrião, que tanto o órgão quanto o tecido correspondente do cérebro se originam. (Terceira Lei Biológica).
O Sistema Ontogênico de Tumores ilustra estes órgãos controlados do “velho cérebro, que se derivam do endoderma ou do mesoderma do “velho cérebro”, como os pulmões, o fígado, o cólon, a próstata, útero, pele do cório, pleura, peritônio, pericárdio, glândulas mamárias, etc, sempre geram proliferação celular, assim como ocorre o conflito correspondente. Tumores destes órgãos, portanto, se desenvolvem exclusivamente durante a fase do conflito ativo (iniciada pelo SDH).
Vamos tomar o câncer do pulmão, como exemplo. O conflito biológico ligado ao câncer do pulmão é um conflito de "terror da morte", porque em termos biológicos, o pânico da morte é equiparado ao ser que é capaz de respirar. Com o choque do terror da morte, as células dos alvéolos pulmonares, que regulam a respiração, começam instantaneamente a se multiplicar, formando um tumor no pulmão. Contrário à visão convencional, esta multiplicação das células do pulmão, não é um processo sem sentido, mas serve a um propósito biológico muito definido, isto é, para aumentar a capacidade dos pulmões, e, assim, otimizar a chance de sobrevivência do organismo. As análises do escaneamento cerebral do Dr. Hamer demonstram que cada pessoa com câncer nos pulmões apresenta uma configuração distinta na área correspondente no tronco cerebral, e que cada paciente tinha sofrido um pânico inesperado da morte anteriormente ao acesso do câncer. Na maior parte dos casos, o terror da morte foi provocado por um choque pelo diagnóstico do câncer que a pessoa experienciou como uma “sentença de morte”. Dado que o ato de fumar está em declínio, isto emite nova luz no aumento enigmático do câncer do pulmão (O assassino nº 1) e chama à questão se o ato de fumar é por si uma verdadeira causa do câncer no pulmão.
O câncer das glândulas mamárias, de acordo com as descobertas do Dr. Hamer, é o resultado de ou um conflito “mãe-filho” ou um conflito de “preocupação com o parceiro”. Estes tipos de conflitos sempre impactam o “velho cérebro” na área que controla as glândulas que produzem leite. Uma mulher pode sofrer um conflito de preocupação mãe-filho, quando a sua descendência (prole) fica subitamente ferida ou seriamente doente. Durante a fase ativa de stress do conflito, as células das glândulas mamárias se multiplicam continuamente, formando um tumor. O propósito biológico da proliferação celular é ser capaz de proporcionar mais leite para a prole sofrida e, assim, acelerar a cura. Cada humano e mamífero do sexo feminino nasce com este antiquíssimo programa de resposta biológica. Muitos estudos de casos do Dr. Hamer mostram que as mulheres, até quando não alimentaram no peito, desenvolveram um tumor nas glândulas mamárias a partir da preocupação obsessiva com o bem-estar de um amado (um filho que esteja com problemas, um pai que esteja doente, ou um amigo querido que seja uma causa de preocupação).
O que foi dito sobre o câncer de pulmão e câncer de mama se aplica igualmente a todos os outros cânceres que se originam no “velho cérebro”. Cada um é provocado por um choque com um conflito específico que ativa um “Programa Biológico Significativo e Especial” (Quinta Lei Biológica), que permite ao organismo superar o funcionamento diário e lidar fisicamente com a situação de emergência. Para cada tipo de conflito há um revezamento do cérebro de onde o programa biológico particular é coordenado.
Enquanto os órgãos controlados do “velho cérebro” geram o crescimento de um tumor durante a fase ativa do conflito, o oposto é o caso com todos os órgãos que são controlados do cerebelo (“novo cérebro”). A respeito da camada embriônica, todos os órgãos e tecidos dirigidos pelo cérebro (ovários, testículos, ossos, nodos linfáticos, epiderme, revestimento do colo do útero, tubos bronquiais, vasos coronários, etc.), se originam do ectoderma ou o mesoderma do “novo cérebro”. No momento em que ocorre o conflito, o tecido do órgão biologicamente correspondente responde a cada degeneração celular. Necroses dos ovários ou testículos, osteoporose, câncer dos ossos, ou úlceras estomacais, por exemplo, são condições que somente ocorrem enquanto uma pessoa está em um estado de stress emocional em relação ao conflito relatado. Como é para ser esperado, a perda do tecido tem um significado biológico.
Vamos usar como exemplo o tecido do revestimento do duto do leite. Desde que o revestimento epitelial escamoso dos dutos do leite se desenvolveram em um período muito mais tarde do que as glândulas produtoras do leite, este tecido mais jovem é controlado de uma parte mais jovem do cérebro, ou seja, o córtex cerebral. O conflito biológico do revestimento do duto do leite é um “conflito de separação” experienciado como se “o meu filho (ou o meu companheiro) fosse arrancado do meu peito”. Um mamífero fêmea pode sofrer tal conflito quando a prole se perde ou é morta. Como um reflexo natural ao conflito, o tecido do revestimento do duto do leite começa a ulcerar. O propósito da perda do tecido é aumentar o diâmetro dos dutos, porque com dutos ampliados, o leite que não é mais usado pode drenar com mais facilidade e não fico congestionado no peito. O cérebro de cada mulher é programado com esta resposta biológica. Deste que o peito da mulher (fêmea) é, biologicamente falando, sinônimo de cuidado e nutrição, as mulheres (fêmeas), sofrem um conflito pela separação inesperada de um amado pelo qual elas se preocupam intensamente. Não há virtualmente sintomas físicos durante a fase ativa do conflito.

A FASE DOIS – PADRÃO DE CADA ENFERMIDADE

Dr. Hammer descobriu também que, desde que há uma resolução do conflito, cada doença prossegue em duas fases (Segunda Lei Biológica). Durante a primeira fase ou a fase do conflito- (fase ativa), todo o organismo é ajustado para lidar com o conflito. Enquanto uma alteração significativa da célula segue o seu curso ao nível físico, a psique e o sistema vegetativo autônomo também tentam lidar com a situação inesperada. Ligado ao estado de stress (estado mórbido caracterizado por uma hiperatividade do sistema simpático e que se manifesta como hipertensão arterial, taquicardia e irritabilidade), a mente se torna completamente preocupada com os conteúdos do conflito. Perturbações do sono e falta de apetite são sintomas típicos. Biologicamente falando, isto é vital, porque o foco no conflito e as horas extras despertas, proporcionam as condições certas para lidar com o conflito e encontrar uma resolução. A fase ativa do conflito é também chamada de “fase fria”. Desde que os vasos sanguíneos ficam contraídos durante o stress, os sintomas típicos da atividade do conflito, são as extremidades frias (particularmente as mãos frias), os calafrios e suores frios. A intensidade dos sintomas depende naturalmente da magnitude do conflito.
Se uma pessoa permanece em um intenso estado ativo do conflito no decorrer de um longo período de tempo, a condição pode ser fatal. Mas o Dr. Hamer prova além da dúvida racional que um organismo nunca pode morrer de câncer. Uma pessoa pode morrer como resultado de complicações mecânicas de um tumor, por exemplo, quando fecha um órgão vital, tal como o cólon ou os dutos da bílis, mas de modo algum as células do câncer, como tais, causam a morte. Na Nova Medicina Alemã, a distinção entre câncer “maligno” e “benigno” é inteiramente inexpressiva. O termo “maligno” é uma idéia artificial (o mesmo se aplica aos sinais de tumores), que simplesmente indica que a atividade da reprodução da célula excedeu um determinado limite arbitrário.
Se uma pessoa morre durante a fase ativa do conflito, usualmente é por causa da perda de energia, perda do peso, perda do sono e exaustão mental e emocional. Freqüentemente, é um diagnóstico devastador do câncer ou um prognóstico negativo – “Você tem seis meses de vida”! – que lança os pacientes com câncer (incluindo os seus amados), em um estado de desespero. Com pouca ou nenhuma esperança, e privado de sua força de vida, eles definham e, eventualmente, morrem de caquexia (perda de peso e fraqueza em doentes graves ou terminais), um processo agonizante que os tratamentos convencionais do câncer, somente aceleram.
Se o paciente não passou por qualquer tratamento convencional (especialmente quimioterapia e radioterapia), a Nova Medicina Alemã tem um índice de sucesso de 95 a 98 por cento. Ironicamente estas estatísticas para o notável índice de sucesso do Dr. Hamer foram liberadas pelas próprias autoridades. Quando o Dr. Hamer foi detido em 1997 por ter dado conselhos médicos a três pessoas sem licença médica, a polícia confiscou as fichas de seus pacientes, analisando-as. Subseqüentemente, um Promotor Público foi forçado a admitir durante o julgamento que, após cinco anos, 6.000 dos 6.500 pacientes principalmente com câncer terminal estavam ainda vivos. Com o tratamento convencional os números são geralmente o inverso. De acordo com o epidemiologista e bioestatístico Dr. Ulrich Abel (da Alemanha): “O sucesso da maior parte das quimioterapias é espantoso… Não há nenhuma evidência científica para a sua habilidade estender de qualquer modo apreciável as vidas dos pacientes que sofrem do câncer orgânico mais comum… A Quimioterapia para malignidades muito avançadas para a cirurgia, que responde por 80% de todos os cânceres, é um solo improdutivo científico”. (Lancet 1991).

O CORPO SE CURA

A resolução do conflito assinala o início da segunda fase do programa biológico. Nossas emoções e o nosso organismo se ligam imediatamente a um modo de cura, auxiliado à ligação do sistema vegetativo à “vagotonia”.(instabilidade vasomotora, transpiração abundante, tendência para a obstipação e cãibras musculares). Durante a fase de cura, o apetite retorna, mas estamos muito cansados ( poderíamos nem mesmo sermos capazes de sairmos da cama). Descansarmos e suprirmos o organismo com nutrientes são essenciais, enquanto o corpo está tentando se curar. A segunda fase é também chamada de “fase quente”, pois durante a vagotonia, os vasos sangüíneos ficam aumentados, causando mãos quentes, pés quentes e pele quente.
Com a resolução do conflito, há também uma mudança instantânea ao nível do órgão. A proliferação celular (“o velho cérebro” – crescimento controlado do tumor ), ou fusão celular (“novo cérebro” – perda controlada do tecido), imediatamente chega a uma parada, e o processo apropriado de reparação é acionado. Uma área que necrosou ou ulcerou durante a fase ativa do conflito é agora preenchida e reabastecida com novas células. Isto é usualmente acompanhado por inchaço potencialmente doloroso, causado por um edema que protege o tecido enquanto ele está curando. Outros sintomas típicos de reparo são a hipersensibilidade, a coceira, o espasmo (se o tecido do músculo estiver envolvido), e inflamação. Exemplos de “enfermidades” que somente ocorrem na fase de cura são: determinadas doenças de pele, hemorróidas, laringite, bronquite, artrite, aterosclerose, doenças na bexiga ou nos rins, determinadas enfermidades no fígado e infecções.
Baseada na observação da multiplicação celular (mitose), e na distinção padrão entre tumores “benignos” e “malignos”, a medicina convencional interpreta a produção natural das células de cura de tecidos como uma “malignidade”. Na Nova Medicina Alemã, nós distingüimos dois tipos de tumores. Mas os tumores não estão divididos em benignos e malignos. Eles são classificados de acordo com o tipo de tecido e a parte do cérebro da qual ele se originam e são controlados. Há aqueles tumores que se desenvolvem exclusivamente durante a fase ativa do conflito (tumor no pulmão, tumor no cólon, tumor no fígado, tumor no útero, tumor na próstata, etc.), e de modo inverso, aqueles que resultam do processo natural de reparação. Como com os cânceres controlados do “velho cérebro”, o crescimento do tumor não é nem acidental, e nem sem sentido, desde que a proliferação celular se interrompe tão logo o tecido é restabelecido. Câncer testicular, câncer ovariano, linfoma, vários tipos de sarcoma, carcinoma nos brônquios e na laringe, e o câncer, são todos de natureza curativa e são fenômenos exclusivamente de fase de cura. Desde que o processo de cura não seja interrompido através da medicação ou uma reincidência do conflito, estes tumores eventualmente reduzem durante a conclusão da fase de cura.
O segundo tipo de câncer de mama, o “carcinoma ductal in situ”, também cai nesta categoria. Enquanto um câncer glandular da mama seja uma indicação de que uma mulher esteja na fase ativa de um conflito de preocupação, um câncer intraductal é um sinal positivo de que o conflito relacionado à separação (“arrancado do meu peito”), foi resolvido. Uma mulher não desenvolve câncer de mama sem uma razão! Nem ela desenvolve o câncer de mama por coincidência, precisamente em seu peito direito ou esquerdo.

A IMPORTÂNCIA DE NOSSA LATERALIDADE BIOLÓGICA

O Dr. Hamer achou que a nossa lateralidade determina se uma doença como o câncer se desenvolve no lado direito ou no lado esquerdo do nosso corpo. Esta é a regra: uma pessoa destra (mão direita predominante) responde a um conflito com a sua mãe ou filhos com o lado esquerdo do corpo, mas responde a um conflito que se relaciona com um “companheiro”, como exemplos, o pai, irmãos, parente, amigos, colegas, etc. com o lado direito. Para os sinistros (que usam a mão esquerda) é o inverso. Há sempre uma relação cruzada do cérebro com o corpo, porque cada hemisfério do cérebro (excluindo o tálamo) dirige o lado oposto do corpo.
O modo mais simples de identificar a nossa lateralidade biológica é o teste das palmas. A mão do alto é a mão de liderança (dominante) e indica se somos destros ou sinistros. Assim, um câncer de mama na mama direita, um cisto ovariano no ovário esquerdo, uma doença de pele no lado direito ou esquerdo (ou ambos), uma paralisia motora no lado esquerdo (como exemplo, após uma pancada), nos dá uma primeira indicação de “quem” estava envolvido quando ocorreu o conflito original. Em relação a mais conflitos avançados (e regiões do cérebro), o estado hormonal tem também que ser levado em conta para uma avaliação exata.

O PAPEL BENÉFICO DOS MICRÓBIOS

Outro aspecto da pesquisa do Dr. Hamer foi o papel dos micróbios durante o desenvolvimento da doença. Isto, resumindo, é o que ele encontrou (Quarta Lei Biológica): Os micróbios, tais como os fungos, as bactérias e os vírus são somente ativos durante a fase de cura, e a maneira na qual eles operam está plenamente de acordo com a lógica evolucionária. A bactéria tuberculosa, por exemplo, povoa somente os tecidos controlados pelo “velho cérebro”. Sua função durante a fase de reparação é decompor os tumores que são agora supérfluos, como os tumores no pulmão, no cólon, nos rins, na próstata, no útero, tumores nas glândulas mamárias, melanomas e mesotelioma. A bactéria tuberculosa é essencial para destruir o desenvolvimento de “células disponíveis” que proliferavam por uma razão biológica durante a fase ativa do conflito. Se a bactéria requerida não está disponível, devido à vacinação, uso excessivo de antibióticos, ou tratamento de quimioterapia, o tumor não pode se desintegrar apropriadamente. Como resultado, ele permanece no lugar e encapsula inofensivamente. Detectado em um check-up de rotina, entretanto, tal crescimento encapsulado pode levar a um diagnóstico de câncer, e, potencialmente, novos choques de conflitos com novos sintomas. Ao compreendermos as leis biológicas do desenvolvimento da doença este prospecto pode ser virtualmente eliminado.
Enquanto a bactéria destrói as células do tumor que não são mais necessárias, os vírus parecem estar envolvidos no processo de cura dos – exclusivamente – tecidos controlados pelo córtex cerebral (como brônquios, membrana nasal, revestimento do estômago, revestimento dos dutos da bílis e epiderme). A hepatite, a pneumonia, herpes, resfriado, gripes, são indicações de que um processo de cura natural, mas “virulento” (maligno) está seguindo o seu curso. Em relação ao papel dos vírus, o Dr. Hamer prefere falar de “vírus hipotéticos”, desde que ultimamente a existência de vírus é colocada em dúvida. Isto estaria de acordo com as descobertas anteriores do Dr. Hamer que o processo de reconstrução e restauração de tecido ulcerado ou necrosado ainda ocorre, ainda que os vírus relacionados ao tecido não estejam presentes.
O dilema no qual a medicina convencional se encontra é que ao deixar de reconhecer o padrão de duas fases de cada doença, a primeira, a fase ativa do conflito, rotineiramente é negligenciada. Desde que os micróbios são somente ativos durante a fase de cura, e desde que a atividade dos micróbios é tipicamente acompanhada por inchaço, febre, pus, erupções, e dor, os micróbios são considerados malévolos e a causa de doenças infecciosas. Mas os micróbios não causam a doença. Afinal, é o nosso organismo que emprega os micróbios para otimizar o processo de cura. Os micróbios podem, naturalmente, ser transmitidos, mas eles permanecem adormecidos até que a pessoa esteja na fase de cura do mesmo tipo do conflito.

QUESTIONANDO A METÁSTASE

Baseado no Sistema Ontogenético dos Tumores, a teoria amplamente propagada que sugere que as células do câncer viajam através do sangue ou dos vasos linfáticos e causam cânceres em novos locais é, nas palavras do Dr. Hamer, “pura ficção acadêmica”. As células em geral e as células do câncer em particular, não podem sob nenhuma circunstância mudar a sua estrutura histológica ou atravessar o limiar da camada de origem. Por exemplo, uma célula de tumor no pulmão, que é de origem endodérmica, controlada através do tálamo (velho cérebro), e que prolifera durante a fase ativa do conflito, não pode se transformar em uma célula do esqueleto, que é de origem mesodérmica, controlada do cérebro (novo cérebro), e que deteriora durante um processo de descalcificação do conflito ativo. No cenário “o câncer do pulmão se espalha por metástase nos ossos”, as células do câncer no pulmão realmente estariam criando um buraco (isto é, fusão das células – o inverso de um câncer) em algum osso no corpo. Nós também temos que nos perguntar por que as células do câncer raramente “se espalham” ao tecido vizinho mais próximo, ou seja, do útero ao colo do útero. Se as células do câncer viajam através do fluxo sangüíneo, por que é doado sangue sem que seja feita uma triagem para as células do câncer? Por que não há tumores numerosos encontrados nas paredes dos vasos sangüíneos de pacientes com câncer?
O Dr. Hammer, naturalmente, não disputa o fato de cânceres secundários, mas estes tumores subseqüentes não são causados por células migrantes do câncer, que se transformam milagrosamente em um tipo diferente de célula, mas por novos choques do conflito. Novas SDH (Síndromes de Dirk Hamer) podem ser iniciadas através de experiências adicionais traumáticas na vida ou através de choque no diagnóstico. Como já mencionado, um diagnóstico inesperado de câncer, ou sendo dito que está “passando por uma metástase” pode provocar um susto mortal (causando câncer no pulmão), ou qualquer outro tipo de choque relacionado ao diagnóstico, causando novos cânceres em outras partes do corpo. Em muitos casos estes pacientes não o fazem na fase de cura, porque o estado grave de stress os enfraquece a um ponto onde eles têm muito pouca chance de sobreviverem ao tratamento de quimioterapia intensamente tóxico.
O segundo câncer mais freqüente após o câncer no pulmão é o câncer nos ossos. Dr. Hamer percebeu que os nossos ossos são biologicamente ligados a nossa auto-estima e a nossa dignidade própria. Assim, quando é dito que uma pessoa tem uma “doença que ameaça a vida”, especialmente uma que supostamente “se espalha como fogo grego” através do corpo, é como se fosse: “Agora eu sou inútil” e o(s) osso(s), próximos a onde nos sentimos inúteis, começam a descalcificar (no caso de câncer de mama, freqüentemente na área do esterno ou das costelas). Assim como com um osso fraturado, o propósito do programa biológico (da “doença”), aparece no final da fase de cura. Quando a fase de reparo se completa, o osso estará muito mais forte neste lugar, assegurando assim que estejamos mais bem equipados para a eventualidade de um novo conflito de “autodesvalorização").

A NATUREZA DOS TUMORES NO CÉREBRO

Uma vez que o conflito tenha sido resolvido, a lesão no cérebro – além da psique e do órgão – também entra na fase de cura. Como com qualquer ferida que está sendo reparada, um edema (excesso de fluido) se desenvolve para proporcionar proteção da recuperação do tecido neural. No escaneamento do cérebro as mudanças são claramente notáveis: os anéis nítidos submergem no edema e aparecem agora como borrados, indistintos e escuros.
Na altura da fase de cura, quando o edema cerebral alcançou o seu tamanho máximo, o cérebro provoca um estímulo breve e forte que expele o edema. Isto é chamado de “Crise Epileptóide” (CE). Durante esta crise, todo o organismo é impulsionado brevemente em um estado de simpaticotonia, isto é, revive os sintomas típicos da fase ativa do conflito, tais como suores frios, extremidades frias, batimentos cardíacos rápidos e náusea. A intensidade e a duração desta crise pré-programada são determinados pela intensidade e a duração do conflito precedente. Ataques cardíacos, ataques de asma, e convulsões epilépticas são apenas alguns exemplos deste ponto crucial e decisivo. O tipo de “crise” depende sempre da natureza do conflito e da área precisa do cérebro envolvida.
Depois que o edema cerebral foi expulso, a neuróglia (células não neuronais do sistema nervoso central), que é o tecido conectivo do cérebro que proporciona apoio estrutural para os neurônios, se reúnem no lugar para restaurar a função das células nervosas que foram atacadas pelo choque do conflito. É este acúmulo natural de Glias (em grego quer dizer “cola”), que a medicina convencional rotula como um “tumor cerebral”, com conseqüências freqüentemente terríveis para o paciente. O Dr. Hamer já estabeleceu em 1981 que um tumor no cérebro não é uma doença em si mesma, mas sintomática de uma fase de cura que segue paralela no órgão (controlada pela área correlata do cérebro que está simultaneamente passando pela fase de reparo). Os “cânceres metásticos cerebrais”, portanto, não existem também.

TERAPIA (em poucas palavras)

O primeiro passo na terapia é proporcionar uma compreensão da natureza biológica de um sintoma, isto é, um determinado câncer, em relação a sua causa física. Um escaneamento do cérebro e uma anamnese médica são vitais para determinar se o paciente está ainda no conflito ativo ou já está curado. Se estiver ainda na fase ativa, o foco é identificar a SDH (Síndrome de Dirk Hamer) original e desenvolver uma estratégia para resolver o conflito. É crucial preparar o paciente para os sintomas de cura e para complicações potenciais. Estes sintomas são muito atribuíveis! As descobertas do Dr. Hamer nos proporcionam – pela primeira vez na história da medicina – um sistema confiável que nos permite não somente compreender, mas também prever o desenvolvimento e os sintomas de toda e cada doença. Esta é a verdadeira medicina preventiva, um aspecto da Nova Medicina Alemã que dificilmente pode ser enfatizada o suficiente. A verdadeira prevenção requer uma compreensão da verdadeira causa de uma doença, e isto é o que a pesquisa do Dr. Hamer fornece com detalhes esplêndidos. Ao compreendermos as “Cinco Leis Biológicas” da causa e do processo de cura da doença, podemos nos libertar do medo e do pânico que frequentemente vêm com o choque dos sintomas. Este conhecimento é mais do que poder, ele pode salvar vidas.
Caroline Markolin
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Sobre a Autora
Caroline Markolin, Ph. D, é uma professora da Nova Medicina Alemã em tempo integral e aprovada pelo Dr. Hamer. Ela está vivendo no Canadá e oferece seminários nos finais de semana regularmente em Montreal e Vancouver.
Por Caroline Markolin, Ph.D., Vancouver, Canadá
Publicado em 21 de novembro de 2009
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

FONTE: http://www.eftbrasil.net.br/ryke-geerd-hamer-nova-medicina-alema/

02 julho 2013

Programa intensivo do Revida


Esse medo que nos acompanha



Outro dia uma pessoa me disse que morria de medo do futuro.  Sua angústia me fez parar para refletir sobre esse sentimento que todo ser humano, sem exceção, possui.

O medo é, antes de tudo, uma reação de defesa. Ele nos protege de perigos reais e nos põe em alerta contra possíveis ameaças. No entanto, na maioria das vezes o medo é uma falsa evidência que parece real. É uma falsa projeção do que o futuro pode reservar. Um palpite. Um desejo. Um momento em que acreditamos que somos capazes de prever o que vai acontecer.

O medo é uma emoção interessante porque o contrário dele é o amor e a confiança. E se pudermos confiar que o próximo momento, ou este momento, por mais difícil que pareça, é o momento apropriado, perfeito e sagrado, poderemos superar o medo. Nós temos medo da incerteza; temos medo da escassez; temos medo da solidão; temos medo de sermos inadequados e de que não chegaremos aonde devemos estar. E nada disso poderia ser mais falso.
Só que esses medos irreais nos paralisam e assustam, impedindo-nos de seguir em frente e agir concretamente. Eles nos mantêm num mundo de fantasia no qual acreditamos  que aquilo que criamos vai efetivamente acontecer. Esses medos são tão reais quanto qualquer acontecimento em nossa vida.

Mas eles são os pedaços mais sombrios de nossa imaginação.  São invenções daquela parte de nós mesmos que não confia. E então os repetimos continuamente como afirmações em nossa mente até que se enrijeçam como concreto. E mesmo que eles nunca se realizem, nós nos agarramos a eles com profunda convicção, de modo que se eles realmente acontecerem, provaremos a nós mesmos que estávamos certos; e se não acontecerem, estaremos tão agarrados a eles que não enxergaremos a beleza daquilo que realmente está acontecendo. 

O medo não nos permite enxergar as oportunidades que estão diante de nós. Ele decora cada pensamento com potencial de se desenvolver. O Buda disse: “Tudo que somos nasce dos nossos pensamentos. Com eles nós criamos nosso mundo”.

E quando nos convencemos de que o que queremos que aconteça não vai acontecer, e o que não queremos que aconteça vai acontecer, então nos tornamos vítimas das nossas fantasias.
Mas não é preciso que seja assim.  Nós somos mais fortes e capazes do que nos acreditamos ser. Quando nos entregamos ao medo é porque não confiamos – seja no divino (qualquer que seja a forma como o entendemos), seja em nossas escolhas e nossa capacidade de tomar decisões corretamente. Não confiamos em nós mesmos. Mas devemos lembrar que em todo momento nós temos uma possibilidade de escolha: podemos escolher o melhor resultado ou o mais doloroso. Podemos direcionar nossos pensamentos para o campo da mais pura potencialidade ou para um lugar de crenças limitantes.

Então pare e observe o medo que há em você. Identifique o que o provoca. Olhe-o de frente. Encare-o – mas sem condenação. Sem julgamento. Sem autocrítica. E decida não se render. Decida viver sem medo. Decida confiar. Decida viver pelo amor que há dentro de você.