Notícias e Eventos

Programa ReVida

O Programa tem o objetivo de informar, acolher e apoiar o paciente na recuperação de seu equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual, encorajando-o na busca do autoconhecimento e na mobilização de seus recursos internos e externos, para que se torne atuante no tratamento, redirecionando e ressignificando a própria vida. O impacto causado pela doença exige grandes decisões, mudança de rotinas, hábitos e comportamentos com implicações significativas na saúde e na qualidade de vida do paciente.

Programa Intensivo


Retiro de cinco dias nas instalações da Fazenda Gaia ReVida, em São Francisco Xavier, São Paulo. O programa envolve dinâmicas psicoemocionais em grupo, exercícios diários, meditação, relaxamento profundo, visualização criativa. Tudo isso acompanhado por refeições preparadas dentro de rigorosos princípios nutricionais e contato com uma natureza exuberante.

Próximo programa: de 17 a 21 de março de 2014. Para informações ou inscrições, veja abaixo.


A quem se destina?
O Programa ReVida recebe pessoas em qualquer estágio de seu tratamento, que estejam sob os cuidados de um oncologista ou clínico geral, devidamente medicadas, aptas a se locomover.



Como se inscrever?
Envie um email para  contato@revida.org.br ou inscreva-se pelo website: www.revida.org.br
Informações: 11-5581.6766 (Programas Intensivo e Extensivo - São Paulo)

 
Conheça um pouquinho mais sobre o trabalho do ReVida
ALVES, Januária Cristina. Estações da vida. São Paulo: Arx, s/d.

Para comprar, ligue para 11-5581.6766. 
 




Vacina contra o HPV

25/01/2014

A partir deste ano, meninas de 9 a 11 anos poderão receber a vacina contra o vírus HPV (vacina contra o HPV) nas escolas e postos de saúde da rede pública. Para quem ainda não entendeu bem o benefício, o oncologista Dr. Artur Malzyner, consultor científico da Clinonco Clínica de Oncologia Médica e médico do Hospital Israelita Albert Einstein, explica: “A vacinação contra o vírus HPV visa, principalmente, reduzir o risco de as mulheres desenvolverem uma infecção que possa desencadear o câncer de colo de útero. A expectativa é que haja uma grande diminuição no número de casos”. Ele lembra que o HPV não é o único vilão do câncer de colo de útero. “Fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos ainda incertos que determinam a doença”, completa.

Na prática
Segundo o oncologista Dr. Emerson Neves dos Santos, da Clinonco Clínica de Oncologia Médica e do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, há duas vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): a quadrivalente, que protege contra o HPV 6, 11, 16 e 18, e a bivalente, contra o 16 e o 18. “Ambas previnem lesões genitais pré-cancerosas de colo do útero, região íntima e o próprio câncer do colo do útero, além de verrugas genitais em homens e mulheres”, conta o especialista.

A vacina intramuscular será aplicada em três doses: a segunda, dois meses após a primeira, e a terceira, quatro meses depois da segunda. Em 2014, a imunização deve atingir garotas de 11 a 13 anos e, em 2015, dos 9 aos 11. “Nenhuma das vacinas é capaz de reverter a infecção já estabelecida, daí a importância de imunizar as meninas ainda bem jovens e antes de terem a primeira relação sexual. Depois disso, a possibilidade de exposição ao HPV aumenta exponencialmente, podendo atingir taxas de infecção de até 70% em três anos”, diz o Dr. Artur Malzyner.

Vale lembrar que não há estudos científicos que mostrem que a vacina seja eficaz em mulheres que já foram expostas ao vírus.

Para saber mais acesse: www.vacinaspasteur.com.br



Fonte: Combate ao câncer

 

Novo método identifica câncer de mama com mais precisão

28/10/2013


RIO - Uma equipe da Universidade de Washington desenvolveu um teste, chamado “Broca”, que identifica com maior eficiência as mutações hereditárias dos genes BRCA1 e BRCA2, envolvidos com o câncer de mama e de ovário. Seus resultados foram apresentados esta semana na Sociedade Americana de Genética Humana, em Boston.


Os pesquisadores conduziram um sequenciamento completo com estes genes em amostras de DNA que, em testes comerciais, obtiveram resultado normal. Os exames foram realizados porque as pacientes tinham uma predisposição ao câncer, ou seja, elas vêm de uma família com três ou mais pessoas com registros de câncer de mama ou de ovário.
O “Broca” foi testado em 743 famílias. Em 191 (26%), os pesquisadores encontraram 149 mutações hereditárias, presentes em 18 genes distintos. Destas famílias, 66 carregavam mutações hereditárias e perigosas de BRCA1 e BRCA2 que não foram encontradas em sequenciamentos comerciais.
Sua maior eficiência poderia ser explicada por duas razões. Em algumas famílias, a paciente testada teria sequências normais de BRCA1 e BRCA2, mas as pacientes com câncer de mama carregavam uma mutação em um de seus genes. Em outras famílias, os dois pais testados e seus parentes carregavam uma mutação de BRCA1 e BRCA2 de um tipo não conhecido por exames comerciais.
Segundo Mary-Claire King e Tomas Walsh, pesquisadores de medicina genética da Universidade de Washington, o “Broca” é um método acessível de captura de alvo e abordagem de sequenciamento genômico. Criado em 2010, ele detecta todas as substituições de base, inserções e exclusões de variantes do número de cópia de todos os 24 genes envolvidos no câncer de mama.