08 janeiro 2016

A Terapia Gerson


Max Gerson foi um médico alemão, judeu, que desenvolveu uma das mais revolucionárias formas de tratamento e cura do câncer e outras doenças crônicas. Baseado na certeza de que o corpo pode curar a si mesmo se seu sistema imunológico estiver funcionando perfeitamente, ele desenvolveu sua terapia
sustentada na premissa da nutrição, desintoxicação e atendimento psicológico.

Sua clínica hoje funciona no México, depois de ter sido vigorosamente perseguido pela indústria farmacêutica nos Estados Unidos.

Conheça sua história e tratamento.





Dying to have known (legendado)





O milagre Gerson (dublado)










Câncer: o lucrativo mercado da doença – “Uma verdade inconveniente”


Eu me lembro de que quando era criança, lá pelos meus 10 anos de idade (hoje eu tenho 53), eu morria de medo do câncer. Eu só, não. Todo mundo. O medo era tanto que a palavra “câncer” nem mesmo era proferida. Dizia-se “Fulano está com ‘aquela doença’” ou “Sicranco está com ‘C’”.  Para vencer o medo eu raciocinava: Quando eu for adulta “eles” já terão descoberto a cura. Então não preciso me preocupar. Passados 40 anos, os tratamentos continuam os mesmos e não há uma cura. 

Ou há?

Antes de examinarmos essa questão, vamos lembrar o que aconteceu nesses 40 anos. Quando eu tinha 10 anos, para se fazer um interurbano era preciso ligar para uma telefonista e pedir a ligação. Então ficávamos esperando (às vezes por horas) até que a conexão fosse feita. Nos meus 20 anos não havia computadores - pelo menos não para o público geral. Somente as empresas possuíam grandes computadores. Nos meus 30 anos o celular tinha sido lançado havia pouco tempo e umas poucas pessoas usavam celulares imensos, os tijolões. A internet estava se disseminando. E de lá para cá vieram os iPhones, tablets, 3G, 4G, e trabalhamos em nossos computadores pessoais. Nem dá para mencionar o enorme desenvolvimento tecnológico nos últimos 50 anos.

Mas quando falamos de câncer, tudo está praticamente como naquela época. Talvez pior, porque hoje vivemos uma epidemia de câncer: um cada dois homens e uma em cada três mulheres deve desenvolver câncer ao longo da vida. (Os motivos dessa epidemia eu vou abordar em outro texto.) O tratamento oficial do câncer ainda hoje consiste de três abordagens: a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia.  Mas elas curam o câncer? Não exatamente. Após um tratamento de câncer, quando o tumor não é mais detectado, há um período de cinco anos de acompanhamento, depois do qual a pessoa é considerada uma sobrevivente do câncer e não precisa mais de acompanhamento. Mas pesquisas mostram que a grande maioria dessas pessoas não chegam vivas até 10 anos após a doença. Elas morrem seja de novos tumores (mais resistentes) ou de doenças causadas pelo tratamento contra o câncer. Naturalmente, há os que se curam definitivamente, mas os números são pequenos.

Segundo Bob Wright, fundador do Instituto Americano Anticâncer,  97% das pessoas tratadas com quimioterapia morrem em até 5 anos. Esta informação saiu no Journal of Oncology em 2004, mas é tão verdadeira hoje quanto no momento em que foi publicada. Portanto, ainda segundo Bob Wright,  a primeira mentira que se ouve sobre o tratamento do câncer é que a quimioterapia é a única chance de salvação. A segunda mentira é sobre a cirurgia. A cirurgia só é capaz de retirar o tumor em si, mas não elimina as células tronco. A radioterapia pode reduzir o tumor, mas intensifica as células-tronco de células cancerosas.

A questão é em si mesma absurda. A quimioterapia e a radioterapia são produtos altamente tóxicos, cancerígenos e são usados para... tratar o câncer. Basta ver os funcionários que manipulam as drogas quimioterápicas e ver as roupas de proteção que são obrigados a usar: aventais, luvas, óculos porque não podem ter contato de pele com o produto.

Antigamente se pensava que qualquer célula podia tornar-se cancerosa. Hoje se sabe que são as células-tronco. As células-tronco são células que podem se tornar qualquer coisa no corpo humano. Se algo destrói o DNA destas células elas se tornam “imortais”. E elas se espalham e acabam se tornando um tumor. A quimioterapia tem efeito sobre as células cancerosas, mas não sobre as células-tronco. Se a químio mata as células cancerosas, na realidade está matando as células-filhas. As células-mãe (células-tronco) continuam vivas, podendo produzir células cancerosas mais agressivas.

Quer dizer que tantos estudos e pesquisas sobre o câncer não conseguiram descobrir a cura? Bem... a coisa não é exatamente assim. Existem inúmeros tratamentos contra o câncer considerados “alternativos”. Eles não são divulgados porque não há interesse em que as pessoas saibam de sua existência. Mas há tratamentos “naturais” sendo ministrados em diversos lugares, porém não apenas não são divulgados, mas são combatidos. Seus pesquisadores são chamados de charlatães e processados, mesmo quando o sucesso dos tratamentos está fartamente documentado.

Se você nunca ouviu falar sobre isso, deve estar pensando: Mas por que iriam combater um tratamento que cura as pessoas que estão sofrendo horrivelmente desta doença? E a resposta é uma só: esses tratamentos não são lucrativos. Em sua imensa maioria são tratamentos baseados em uma dieta rigorosamente nutritiva (basicamente vegetariana e orgânica), ervas medicinais, enemas e outros procedimentos. E acontece que não se pode patentear produtos que vêm da natureza. Para se patentear um remédio contra qualquer doença é preciso que ele seja sintético. Então por que a indústria farmacêutica iria investir em algo que não lhe traria dinheiro? Pior: por que deixaria que outros pesquisadores éticos oferecessem tratamentos bem-sucedidos que desviariam os pacientes dos tratamentos convencionais?

Infelizmente, tudo se resume a dinheiro. Observemos atentamente tudo que envolve o tratamento contra o câncer e veremos que a quantidade de dinheiro movimentado em torno da doença é IMENSA. O tratamento quimioterápico, por exemplo, é caríssimo; está na casa dos 50.000 dólares por pessoa. E há pessoas que são submetidas às três formas de tratamento: primeiro uma cirurgia, seguida de quimioterapia e depois pela radioterapia. Cada caso é um caso. E qualquer pessoa submetida a químio ou radioterapia terá efeitos colaterais, como sangramento intestinal, náuseas, danos cerebrais, neuropatias, danos nos rins (e câncer!!!). E estes efeitos colaterais, por sua vez, exigirão o uso de de um arsenal de medicamentos para combatê-los. Muito, muito dinheiro cerca o tratamento do câncer. É uma indústria verdadeiramente bilionária. E se é assim, para que curar?

Eu sinto muito derrubar as ilusões, mas a verdade é para ser dita. A indústria farmacêutica domina o setor, ganha muito dinheiro e não está disposta a reduzir seu lucro bilionário, mesmo que o custo disso seja a morte e o sofrimento de muita gente – homens, mulheres e crianças.

Deixe-me contar uma historinha que talvez você não saiba. Nos Estados Unidos, no início do século XX,  dois grupos poderosos, os Carnegie e os Rockfeller, decidiram mudar os rumos da medicina. Naquele tempo, as universidades ensinavam homeopatia, medicina natural. Alunos tinham acesso a informações sobre nutrição e a ordem era basicamente educar os pacientes para que eles se curassem ou não adoecessem. Estas duas fundações decidiram, então, modificar todo o processo e monopolizar o ensino de modo a lucrar com ele. O que esses grupos fizeram foi doar imensas quantias de dinheiro às universidades (o que era interessante inclusive porque lhes permitia deduzir dos impostos). E quando uma instituição recebe quantias vultosas de dinheiro, elas ficam meio que “comprometidas”, porque senão a fonte pode secar. Então estes dois grupos “sugeriram” às universidades que em troca das doações eles gostariam de ter uma pessoa - um representante - no Conselho Diretor das instituições de modo que eles tivessem a certeza de que suas doações estavam sendo bem utilizadas. Com estes representantes dentro dos Conselhos, ficou fácil interferir nos currículos. E os professores foram orientados a ensinar os alunos basicamente a receitar medicamentos.

Voltando rapidamente para o Brasil e os nossos dias, pense em quantas vezes você entrou em um consultório médico e saiu de lá com orientações sobre como se alimentar e tratar de quaisquer problemas sem levar junto uma receita de dois ou três remédios?

Retornando às fundações, elas conseguiram mudar toda a ênfase das escolas de medicina. Com o tempo, médicos naturalistas e herboristas foram expulsos do mercado. Médicos eram agraciados com viagens, jantares caríssimos e todo tipo de presentes. Bom, não é preciso que eu me estenda muito. Depois de tudo isso, a indústria farmacêutica disparou, tornando-se um verdadeiro monopólio.
A doença, portanto, é extremamente lucrativa.

Mas há tratamentos sendo desenvolvidos em várias partes do mundo. No México, tem-se a Clínica Gerson (que para lá foi depois de ferozmente perseguida nos Estados Unidos). Nos Estados Unidos, o Dr. Burzinski desenvolveu um método de tratamento que tem alcançado uma enorme margem de sucesso - e ele já foi processado inúmeras vezes (Assista ao filme Burzinski, o filme: a doença é um grande negócio). Sua clínica e seus relatórios médicos inclusive chegaram a ser destruídos. No Canadá, a enfermeira Caisse usou ervas segundo as orientações de indígenas e conseguiu curar milhares de pacientes com câncer, alguns já desenganados - e de graça. Ela foi obrigada a parar de atender por pressões intensas. Mas sua fórmula, denominada Essiac, ainda hoje é comercializada (inclusive vendida pela internet). (Assista As curas proibidas do câncer).

Soren Kierkgaard
Enfim, a cura existe, mas nem sempre está associada aos métodos tradicionais.

Eu sei que a verdade dói e a tendência das pessoas é duvidar do que foge ao tradicional. Portanto eu fecho este texto com uma frase de Soren Kierkgaard: “Existem duas maneiras de uma pessoa ser enganada. Uma é acreditando numa mentira; a outra é se recusando a acreditar na verdade”.




Fontes:

HAZELL, Sarah. Mustard gas – from the Great War to frontline chemotherapy. Cancer Research UK. 2014. Disponível em: http://scienceblog.cancerresearchuk.org/2014/08/27/mustard-gas-from-the-great-war-to-frontline-chemotherapy/. Acesso em: 17 nov. 2015.

BULAS MED. Tamoxifeno. s.d. Disponível em: http://www.bulas.med.br/bula/6926/tamoxifeno.htm. Acesso em: 17 nov. 2015.

MORGAN, G.; WARD, R.; BARTON, M. The contribution of cytotoxic chemotherapy to 5-year survival in adult malignancies. Journal of Clinical Oncology, v. 16, n. 8, p.  549-60, Dez. 2004.

TTAC - The Truth about Cancer: A global quest. 2015. Disponível em: http://thetruthaboutcancer.com/. Acesso em: 17 nov. 2015.


Este texto tem o objetivo de educar as pessoas. Em nenhum momento se está sugerindo uma ou outra forma de tratamento. Esta decisão cabe somente ao doente.

05 dezembro 2015

Mamografia – será mesmo necessária? Conheça um exame alternativo e mais eficaz



Por: Cristina Paixão Lopes
5/12/2015


Antes de tratar da mamografia, é importante perguntar: O que é o câncer, você sabe?

Câncer é o crescimento anormal de células danificadas que crescem descontroladamente e sem parar e não morrem. Sim, são células imortais. Mas como assim? Toda e qualquer célula é programada para morrer no devido tempo. Essa programação é chamada de apoptose.  Quando uma célula perde a apoptose, ela não morre.  Torna-se imortal. E essa célula anormal, então, cresce, cresce, cresce e se multiplica, formando um tumor.

Nosso sistema imunológico está preparado para identificar e destruir essas células. Porém quando está enfraquecido, ele deixa de identificar essas células ou simplesmente não dá conta delas.
Essas células anormais, descontroladas, invadem órgãos e podem se disseminar pelo organismo, produzindo, então, a metástase, que é a forma mais perigosa de manifestação do câncer. De cada dez pacientes de câncer que vêm a morrer, nove morrem em razão da metástase.
Sabendo, então, o que é o câncer, vamos nos concentrar no câncer de mama, em especial na prevenção.

A primeira instrução veiculada sobre a prevenção do câncer de mama é fazer a mamografia todos os anos, principalmente após os 40 anos. Em novembro de 2009, a Força-tarefa para Serviços Preventivos dos Estados Unidos chocou o mundo ao dizer que as mamografias regulares deveriam começar a partir dos 50 anos, e não dos 40, e que elas deveriam ser feitas a cada dois anos, e não anualmente, como pregado.

Mas e se eu lhe dissesse que a mamografia pode causar câncer? Quê? Como assim?
O caso é que a mamografia emite radiação, que é cancerígena. Além disso,  por pressionar a mama na hora do exame, há um risco significativo de espremer e "explodir" o câncer fragilmente encapsulado, fazendo com que se espalhe. Portanto seus riscos são maiores que seus benefícios.

A essa altura você deve estar pensando: “Então o que devo fazer para me prevenir, se o próprio exame pode ser prejudicial?”

Há alternativas que podem oferecer um diagnóstico sem riscos e mais eficaz.

Mas antes de chegarmos lá, preciso dizer que NÃO estou sugerindo que você não faça a mamografia. Estou dizendo que ela não é garantia de descoberta de um câncer a tempo de ser tratado, que há riscos envolvidos no exame e há alternativas mais eficazes.

Vejamos quais são os “senões” da mamografia.

·         Para começar, ela emite radiação (como já dito) e a radiação é reconhecidamente um fator de risco de surgimento de um câncer. Portanto é uma tecnologia imperfeita.

·         Em segundo lugar, a mamografia só consegue detectar um câncer quando ele atinge um tamanho visível para ela.

·         Ela espreme a mama, produzindo risco de um possível tumor “explodir” e com isso se disseminar pelo corpo.

·         Ela encontra tumores que estão se desenvolvendo muito lentamente, que não são prejudiciais ou não letais, levando a mulher a se submeter a tratamentos muito invasivos e que aumentam o risco de morte em tempo mais curto.

·         Cria um excesso de diagnósticos que levam a tratamentos quimioterápicos, radioterápicos ou cirúrgicos desnecessários.

Existem outras formas de diagnóstico que são mais eficientes, porque detectam um possível tumor em tamanho muito inferior ou ainda inexistente (mas com propensão a vir a se formar). O principal deles é a termografia.

O que é a termografia?
A termografia é um exame de imagem que utiliza sensores infravermelhos. A intenção é identificar as diferentes temperaturas dentro do corpo. Regiões afetadas por inflamações apresentam um aumento de calor. E a inflamação também está presente em células pré-cancerosas ou cancerosas.  Portanto ao redor delas a temperatura é mais elevada.

O aspecto mais promissor da termografia é que ela detecta a possibilidade de um câncer vir a se formar, além de identificar minúsculos tumores que a mamografia não “enxerga”. E essa detecção pode ocorrer até 8 anos antes do surgimento do câncer. Com isso a mulher tem tempo suficiente para fazer os ajustes necessários em sua dieta, estilo de vida e em sua vida emocional de forma a impedir o surgimento do câncer ou tratar um tumor minúsculo sem precisar se submeter aos tratamentos  tradicionais. (A propósito, a quimioterapia usa medicamentos que têm elementos químicos cancerígenos em suas fórmulas. E a radioterapia o que é senão radiação, comprovadamente produtora de câncer.)

E uma vantagem adicional é que, ao contrário da mamografia, a termografia é indolor.
Mas o ideal é que ela venha associada a outros exames preventivos, como a apalpação pela mulher e seu ginecologista e a ultrassonografia. Assim você cerca de todos os lados.

Se optar por fazer a termografia, procure especialistas que saibam fazer a leitura dos resultados. Você encontra locais habilitados a fazer o exame, no Brasil, Portugal e Argentina, no site da InfraRedMed.
Por último,  lembre-se: quem decide é você. Se sentir-se mais segura com a mamografia, faça-a. Só que agora você estará tomando uma decisão consciente dos riscos e benefícios

Referências:

CANCER CRACKDOWN. Dr. Majors on Mammograms. 5 out. 2015. Disponível em: http://cancercrackdown.org/dr-majors-on-mammograms/. Acesso em: 5 dez. 2015.

HUFFPOST HEALTHY LIVING. The best breast test: the promise of Thermography.  12 out. 2010. Disponível em: http://www.huffingtonpost.com/christiane-northrup/the-best-breast-test-the-_b_752503.html. Acesso em: 5 dez. 2015.

INFRAREDMED. Unidades credenciadas. s.d. Disponível em: http://infraredmed.com/unidades-credenciadas.html. Acesso em 5 dez. 2015.

01 novembro 2015

Câncer: as curas proibidas

Este filme mostra uma série de profissionais muito sérios que conseguiram curar o câncer mas foram vítimas da BIG PHARMA - a Indústria Farmacêutica. Algumas destas clínicas ainda existem. Todo mundo que tem câncer (ou algum familiar doente), precisa assistir a esse filme e conhecer tratamentos alternativos. Assista!!




31 outubro 2015

Dr. Burzynski, o filme

O CÂNCER É UM GRANDE NEGÓCIO


Diversos pesquisadores, em todo o mundo, descobriram curas naturais para o câncer. Há uma imensidão de evidências científicas e diversos tipos de tratamento. No entanto, até muito recentemente esses tratamentos não vinham a público. O fenômeno da internet permitiu que diversos casos fossem divulgados. 

Mas, se é assim, por que os tratamentos continuam sendo sempre os mesmos: quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia? Por que essas curas naturais não estão à disposição para o grande público? Por que as pessoas ainda têm de se submeter a tratamentos caros, dolorosos, com inúmeras sequelas (entre elas, leucemia - por mais absurdo que pareça)? 

Porque as curas naturais não podem ser patenteadas e, portanto, não são do interesse dos grandes laboratórios farmacêuticos.  

Será possível que tratamentos naturais, não invasivos, são intencionalmente ocultados dos doentes por uma questão de lucro? 

Assistam ao filme a seguir e tirem suas próprias conclusões.








25 maio 2015

Câncer e carne: qual a relação entre ambos?

Já de início, precisamos esclarecer que o câncer é uma doença multifatorial, isto é, inúmeras situações podem detonar seu surgimento. Portanto, uma dieta ou outra não necessariamente vai causar um câncer ou proteger completamente contra ele, mas é indispensável se quisermos evitar o risco desta doença.

O câncer pode aparecer em virtude de propensão genética (embora esta causa venha ganhando cada vez menos peso), situações do ambiente (poluição, radiação, determinados produtos químicos no entorno), hábitos (fumo, alimentação, sedentarismo), traumas emocionais e há pesquisas sérias que associam o aparecimento da doença a determinadas características de personalidade.

Mas vamos, aqui, focar na carne, já que muito se fala que ela é uma importante causadora do câncer.
Ainda não há pesquisas definitivas que garantam a relação entre a ingestão de carne (principalmente a vermelha) e o câncer, porém as evidências são significativas para que levemos a informação a sério e repensemos nossa alimentação.
Em geral, o consumo de carne está associado a pelo menos três tipos de câncer: de intestino, de fígado e de próstata. (Já a ingestão de tomate aparentemente protege contra o aparecimento do câncer de próstata e a ingestão de quantidades diárias satisfatórias de vitamina D e cálcio também podem ser fatores protetores contra o aparecimento do câncer de intestino.)
Vamos a algumas pesquisas.
Um estudo recente desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, mostrou que determinadas formas de uma substância denominada ácido siálico – o ácido N-glicolilneuramínico (Neu5Gc) – pode provocar um processo inflamatório que predisposição ao câncer. O Neu5Gc não está presente no corpo humano, mas, sim, na carne. Esta substância, depois de metabolizada, permanece nos tecidos humanos, gerando a produção de anticorpos em circulação. A interação entre os antígenos circulantes e os anticorpos anti-Neu5Gc pode incitar processos inflamatórios, levar à produção de carcinomas (preponderantemente no fígado) e estimular seu crescimento. Portanto, os pesquisadores entendem que esta é uma explicação para a associação entre o consumo de carne vermelha e o possível desenvolvimento de câncer (SBOC, 2015).
Mas o consumo de carne vermelha não está associado somente ao câncer de fígado. A ingestão de carne vermelha tem sido vinculada à predisposição ao desenvolvimento de certos tipos de neoplasia, entre elas os tumores de intestino. As nitrosaminas, que são compostos produzidos a partir de nitritos e aminas, são conhecidas como agentes carcinogênicos e estão presentes, em diferentes concentrações, em vários gêneros alimentícios, como peixes, frutos do mar, cervejas, queijos e também em carnes vermelhas (produtos de origem animal), e em outros produtos presentes no ambiente, como o tabaco, pesticidas, borracha e cosméticos.
Mas não é somente a carne, em si, a responsável pela predisposição ao câncer. O modo como ela é preparada também tem importância, porque influi na concentração desses agentes carcinogênicos. Eles estão mais presentes nas carnes fritas, defumadas, curadas e nos churrascos preparados com carvão (GRUPO COI, 2015).
Os cientistas do Centro de Investigação Prospectiva sobre o Câncer e a Nutrição da Europa (Epic, na sigla em inglês), observaram os hábitos alimentares de mais de 500 mil pessoas na Europa ao longo de dez anos e concluíram que as que comem mais de duas porções de 80 gramas de carne por dia correm 35% mais riscos de desenvolver a doença do que as que comem apenas uma (ou menos de uma) porção por semana. Eles perceberam que os riscos de desenvolver câncer no intestino são menores entre as pessoas que ingerem muitas fibras por meio de alimentos como verduras, frutas e cereais (BBC, 2015).
Segundo David Servan-Schreiber (2008), ainda há outro fator que associa a carne e derivados de animais (leite e ovos) ao desenvolvimento de câncer: o desequilíbrio entre os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6. Estes ácidos devem estar presentes em nosso organismo de forma equilibrada, em quantidades muito próximas. Porém os novos hábitos de criação de animais - fora do pasto e alimentados à base de soja, trigo e milho, além dos hormônios a que são submetidos para engordarem mais rapidamente - criaram um desequilíbrio entre esses ácidos, aumentando muito o ômega-6, que facilita o armazenamento de gorduras, a rigidez celular, a coagulação e a inflamação.
Portanto, cientistas do mundo todo e a própria ONU chegam a uma conclusão quase unanime: quando se trata de prevenção do câncer, deve-se optar por uma alimentação saudável e variada, dando preferência a alimentos vegetais orgânicos, cereais integrais, sementes e grãos e evitando os produtos industrializados, as carnes (principalmente as gordas) e leite e derivados.  



Referências:

BBC Brasil.  Carne vermelha aumenta o risco de câncer de intestino, diz estudo. Folha de S. Paulo, 16 jun. 2015. Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u43483.shtml. Acesso em 24 mai. 2015.
GRUPO COI. Carne vermelha causa câncer? s.d. Disponível em: http://www.grupocoi.com.br/carne-vermelha-causa-cancer/#.VWInA0ZvTAQ. Acesso em: 24 mai. 2015.
SBOC - Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Relação entre câncer e consumo de carne. 21 jan. 2015. Disponível em: http://www.sboc.org.br/relacao-entre-cancer-e-o-consumo-de-carne/. Acesso em: 24 mai. 2015.

SERVAN-SCHREIBER, D. Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

07 maio 2015


A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».

 
 
Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.
Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.

Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eletrodos implantados.
O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurônios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos elétricos 130 vezes por segundo.
Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.
Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas.
Mal de Alzheimer

Existem vários tipos de demência, em que há decréscimo das capacidades de funcionalidade, comprometimento das funções cognitivas – atenção, percepção, memória, raciocínio, pensamento, linguagem etc. – e da capacidade físico-espacial.
O Mal ou Doença de Alzheimer é a principal causa de demência que causa problemas de memória, pensamento e comportamento. A doença é responsável por 50% a 80% dos casos de demência no mundo.

O Alzheimer é degenerativo, mais comum após os 65 anos de idade e caracteriza-se pela perda progressiva de células neurais. A médica Sonia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, explica que há um acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral que provoca a morte dos neurônios.

“Até agora se acredita que isso seja multifatorial, causado por componente genético, fatores externos (baixa escolaridade, por exemplo), alterações vasculares (hipertensão, diabetes etc.), traumatismos cranianos com perda de consciência, alterações nutricionais e depressão”, enumera. Outros problemas podem causar demências, por exemplo, déficit de vitaminas, doenças da tireoide, alterações renais, portanto doenças que podem ser evitadas.

Atualmente, não existe medicação disponível para evitar esse acúmulo de proteínas, mas há medicamentos que retardam a progressão do Alzheimer. Algumas medicações, fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aumentam uma substância no cérebro que, em menor quantidade, traz alterações na memória.

Os sintomas geralmente são desenvolvidos lentamente e pioram com o tempo. Alguns pacientes conseguem ter uma redução progressiva da doença, mas outros não conseguem voltar à normalidade. Em casos mais graves, o paciente pode ter apatia, depressão, alucinação e pensamentos delirantes.
O médico neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto diz que o principal sintoma é a dificuldade de aprender coisas novas. O idoso não consegue se lembrar de fatos recentes como, por exemplo, o dia da semana. Tem também dificuldade para fazer contas.

Segundo ele, na fase inicial, o paciente pode ser lembrado de informações importantes e ter o suporte da família. Na fase moderada, tem uma dependência maior da família e, às vezes, existe mudança do comportamento. Na fase mais grave, tem dificuldade para realizar funções básicas, como urinar, dificuldade para engolir e até agressividade. A fase mais grave dura, em média, oito anos.

A família precisa ficar atenta a qualquer decréscimo de qualquer capacidade da pessoa, seja memória, dificuldade de realizar tarefas complexas, nomear coisas, problemas de linguagem. “Nem sempre começa com problemas de memória”, alerta Brucki.

Ainda não existe cura para o Mal de Alzheimer, mas alguns estudos testam medicações que poderiam estacionar a doença. De acordo com o neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto, já foi provado cientificamente que a escolaridade, principalmente na fase mais básica, é um fator protetor contra o Alzheimer.

Além disso, a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável previnem a doença. “Algumas teorias dizem que a atividade física aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro, aumenta a lavagem (retirada) da proteína do Alzheimer que se acumula no cérebro, além de melhorar o humor e a saúde em geral”, explica.

Fonte: MPortal

15 abril 2014

Papo de câncer: Capim-limão resolve?

 Hoje dei um pulo no blog da Sônia Hirsch atrás das maravilhosas natubebices das quais sou praticante e fã. E encontrei lá esse texto sobre câncer e capim-limão. Não estou aqui para pregar curas milagrosas, mas não custa dar uma olhada... até porque, capim-limão é uma delícia e é calmante. Mal não faz. Mas leia... depois me conte.



Bebida de capim-limão provoca apoptose em células cancerosas. Definição de apoptose: um tipo de morte celular engendrado pela própria célula; um mecanismo suicida que permite ao organismo animal controlar o número de células e eliminar as que ameaçam sua sobrevivência.

Lindas fotos de moitas frondosas do nosso conhecido e delicioso capim-limão, capim-cidrão, capim-cidreira, capim-de-cheiro, do qual se faz um chazinho tão bom pra acalmar o espírito. E o texto contando que tudo começou quando pesquisadores da Universidade israelense Ben Gurion descobriram que o aroma cítrico em ervas como o capim-limão mata células cancerosas, in vitro, sem afetar as células saudáveis.  

Citral é o nome do componente que dá aroma e sabor de limão não só a esse capim (Cymbopogon citratus) como à melissa (Melissa officinalis) e à verbena (Verbena officinalis). Um chá com apenas um grama de capim-limão contém citral bastante para fazer as células cometerem suicídio no tubo de ensaio. O Professor Yakov Weinstein, da mesma Universidade, diz que o ideal para portadores de câncer é fazer uma infusão com a erva e tomar oito copos por dia. E não portadores podem tomar o chá preventivamente.

Bem. Como tudo o que chega pela internet pode ser qualquer coisa, inclusive mera especulação bem-intencionada que não leva a nada, fui pesquisar apoptose+câncer no google. E dei com estudos científicos brasileiros muito detalhados confirmando a história toda, a partir de outros testes em laboratório, não só in vitro como in vivo. Vejam só o que diz o médico e pesquisador biomolecular José de Felippe Junior aqui (resuminho abaixo):


- As limoninas, dentre elas o limoneno, são monoterpenos que possuem diversos efeitos farmacológicos, incluindo propriedades antitumorais. O álcool perílico é um membro da família dos monoterpenos, substâncias que estão naturalmente presentes em várias frutas e vegetais. Demonstrou-se que é citotóxico para uma grande variedade de células cancerosas tanto in vitro como in vivo, e trabalhos clínicos na FASE I apontam para sua utilidade em seres humanos. Ele é considerado o agente anticâncer mais potente entre os monoterpenos. É encontrado em grande quantidade em cerejas, alfazema (lavanda) , hortelã, sálvia, artemísia, cranberries, perilla (shissô), capim-santo (capim-limão), bergamota silvestre, folhas do gengibre, cominho-armênio e sementes de aipo. O álcool perílico inibe a carcinogênese, suprime a proliferação celular, aumenta drasticamente a apoptose tumoral e induz a diferenciação celular das células malignas in vitro e in vivo, provocando a regressão total de vários tipos de tumores em animais de experimentação, quase sem toxicidade.

Achei bacanérrimo, pra dizer o mínimo. Primeiro porque adoro capim-limão e ele dá à toa, é só enfiar o bulbo na terra; pode cortar que rebrota. Segundo porque meus gatos não só adoram comer as pontas das folhas como exigem duas vezes por dia sua dose de, agora eu sei, citral. Terceiro porque as cachorras também amam as folhas tenras, que consomem avidamente - mas elas são umas fito-sábias, também comem picão, erva-de-santa-maria, gervão, hibisco...

Por outro lado, sempre tenho muito receio de divulgar informes que dão margem a conclusões apressadas tipo "Viu? Capim-limão cura câncer!" Experiências de laboratório contemplam fatores isolados; células num tubo de ensaio ou ratinhos induzidos ao câncer não são pessoas de carne e osso que pensam, sentem, sofrem e têm esperança ou vontade de morrer. Além disso, muitas substâncias e práticas terapêuticas dão resultados na reversão do câncer. A própria dieta do dr Barcellos [esta eu posto outro dia], associada a uma vermifugação completa, faz estacionar e regredir tumores. Também existe a cura espontânea, muito mais frequente do que se imagina: a pessoa não faz nada e fica boa.

Sem falar que às vezes nem é câncer. Não há parte do corpo que não seja visitada ao menos uma vez na vida por algum parasita, diz um professor que entende disso. Veja a foto da larva saindo do seio da moça que estava sendo operada de um suposto câncer no hospital da Universidade de Tóquio, anos atrás. Uma cientista arrebatada, Hulda Clark, recentemente falecida, curou milhares de pessoas tratando de suas parasitoses. Dizia que só temos dois problemas de saúde: parasitas e toxinas. Como a lei não nos garante o direito a bons exames de fezes, somente aos medíocres que sempre dão negativo, muitos vivem anos a fio com sintomas incômodos e erráticos cuja origem permanece para sempre obscura. Sintomas físicos, psíquicos, comportamentais.

Fungos fazem massas muito semelhantes ao câncer e se comportam do mesmo modo, penetrando na circulação para brotar como metástase em outros lugares do corpo. Amebas dão origem à maior parte dos casos de câncer intestinal; mas também corroem tecidos no pulmão, nos ossos, no cérebro e nas juntas, deformando-as, disfarçadas de artrite reumatoide; fazem no fígado abscessos necrosantes que, à luz de tomografias e ressonâncias, parecem - e geralmente são diagnosticados como - câncer de fígado.

Tudo o que se refere ao câncer ainda é muito incerto, embora diagnósticos e tratamentos químio e radioterápicos estejam cada vez mais glamurizados e corriqueiros. Muitos pacientes não sobrevivem ao tratamento, outros ficam com sequelas por muito tempo, tem sorte quem se recupera em um ano. Tudo é caríssimo, donde lucrativíssimo. Por isso a saúde é subversiva: não dá lucro a ninguém.

Capim-limão não custa nada. Neste verão úmido, queimar suas folhas num braseiro ou mesmo na frigideira e defumar armários e cantos da casa acaba com ácaros e fungos.  A fumaça e o chá ajudam em resfriados, tosses e dores de garganta. O chá também acalenta o sono, desintoxica, tempera peixes, suaviza o mate amargo do chimarrão. Age sobre cólicas uterinas e intestinais. As folhas podem ser mastigadas para alcalinizar e perfumar a boca. E agora sabemos, provoca apoptose em células destrambelhadas.

Santo? Santo. 'Bora tomar o chá.
 

15 março 2014

O câncer adormecido. Cuidado para não acordá-lo.




O câncer adormecido


Todos nós temos um câncer adormecido dentro de nós. O que significa isso? Significa que nosso corpo produz diariamente células defeituosas que são detectadas e combatidas pelo nosso sistema imunológico. Quando esse sistema falha em detectá-las, elas viram tumores. 

A questão é: por que ocorre essa falha? Há duas situações aqui que precisam ser examinadas com cuidado. A primeira é a falha porque o sistema imunológico está em baixa, está fragilizado. A segunda é quando ele simplesmente não dá conta das células defeituosas em virtude da rapidez e virulência com que elas se manifestam.

Estilo de vida
No primeiro caso – o do sistema imunológico em baixa – devemos examinar o que causa esta deficiência. A imunodeficiência pode ser de origem primária ou secundária. A primária é geneticamente transmitida. A secundária é a adquirida: por vírus (como o HIV), pelo estresse, por traumas psicológicos, pela alimentação deficiente.

Então o quadro que temos hoje é o seguinte: o estilo de vida (principalmente o ocidental) e nosso meio ambiente não só aumentam a incidência de células cancerosas como afetam diretamente o funcionamento do sistema imunológico. Eles agem nos dois lados do processo. Não é de admirar que o índice de câncer tenha aumentado vertiginosamente nos últimos 50 anos.

Veja: a alimentação cada vez mais impregnada de produtos químicos, o fumo, o contato diário com aparelhos eletrônicos (como os celulares) e a presença  de inúmeras substâncias tóxicas no meio ambiente são responsáveis pela chamada “carcinogênese” (o surgimento das primeiras células cancerosas no organismo). Do outro lado, o estresse, a alimentação deficiente, doenças (como a Aids), medicamentos e o nosso funcionamento emocional etc. fragilizam o sistema imunológico. Quer dizer, o estilo de vida moderno tem um papel preponderante (embora não único) no aumento dos casos de câncer.

(Apenas uma observação: repare que a alimentação errada é uma das responsáveis tanto pelo aumento de células cancerosas quanto pela fragilização do sistema imunológico. Então nem é preciso argumentar muito em prol do cuidado com aquilo que colocamos dentro do nosso corpo.)

O aumento no número de casos de câncer nos últimos cinquenta anos é tão grande que já é considerado uma epidemia. (Tecnicamente, diz-se que uma doença é epidêmica quando há um aumento muito rápido no número de casos.)

Mas a melhor notícia é que você não precisa ficar passivo, torcendo para que a doença não apareça e confiando nos índices de sucesso dos tratamentos. Você tem o poder de agir para evitar a doença ou curá-la a partir de suas escolhas de vida.

Que atitudes você pode tomar em relação à sua alimentação? 





 

O que você pode fazer para reduzir o estresse? 




 



O que você pode fazer em relação às suas emoções?





 
Sabe quem é a pessoa mais importante na sua vida? Você! Então cuide-se. Assim você terá a chance de amar e cuidar dos outros!