22 novembro 2013

Sobre inhame e tumores na mama

EMPLASTRO DE INHAME PUXA TUDO
Sonia Hirsch
 
Furúnculos, cistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores. Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorróidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas. Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.

MODO DE FAZER E APLICAR O EMPLASTRO DE INHAME
Descasque e rale na parte mais fina do ralador uma quantidade de inhame suficiente para cobrir a área afetada.
Rale também gengibre com casca, 1 parte de gengibre para 10 de inhame. 

Misture tudo com qualquer farinha, só para dar liga. A pasta deve ficar bem úmida.

Aplique sobre a região, cubra com gaze ou outro paninho fino, nunca com plástico ou material sintético. Em algumas horas o emplastro seca; retire com água morna e coloque um novo.

Às vezes o inhame pinica, ou coça, por conter muitos cristais de ácido oxálico. Isso acontece esporadicamente, em determinada safra de determinado local. Nesse caso passe azeite ou óleo na pele antes de colocar o emplastro; a gordura neutraliza a pinicação.

Os da roça dizem que, quando pinica, é porque não deixaram o inhame descansar na terra depois de colher.




A DENOMINAÇÃO CORRETA PARA ESTE INHAME É TARO
Em latim nosso herói se chama Colocasia esculenta (sinônimo Colocasia antiqua), da família Araceae, enquanto o inhame-do-norte e o cará são da família Dioscoreaceae. Como na maior parte dos lugares a denominação inhame se refere à turma da Dioscorea, e o nome predominante da Colocasia pelo mundo afora é taro, no I Simpósio Nacional sobre as Culturas do Inhame e do Cará foram propostas, e aprovadas, as denominações de Inhame para Dioscorea e Taro para Colocasia, uniformizando os termos brasileiros com a denominação internacional, de acordo com os relatos dos pesquisadores Santos, E.S., Cereda, M.P., Pedralli G. e Puiatti, M. (Denominações populares das espécies de Dioscorea e Colocasia no Brasil. Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.1, n.1, p.37-41, set. 2007).

OS MUITOS NOMES DA COLOCASIA
inhame em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Portugal
inhame branco, taro, taioba em Portugal (a folha da taioba é semelhante à do taro)
taiá no sul do Brasil
cará e cará chinês em outras regiões brasileiras
taro, cocoyam e dasheen em inglês
dasheen no Caribe
tar, kokosyams em dinamarquês
cocoyam em Gana, Nigéria e Camarões de língua inglesa
qolqas em árabe
taro em russo, alemão, holandês, francês e na Polinésia
aronille em francês
arvi, kachalu, ghuiya em hindu
chamagadda em Angla Pardesh, Índia
colocasia, malanga, yame de canárias, alcocaz e otoe em espanhol
colocasia, taro di egito em italiano
kolokassi em cipriota
kalo no Havaí
yu em mandarim
sato-imo em japonês
toran na Coréia do Sul
khoai mon ou khoai so no Vietnam
dalo nas ilhas Fiji
nduma em kikuyu
amadumbe em zulu
macabo entre os que falam francês em Camarões
yautía em Porto Rico
keladi em malaio
gabi em tagalogue, nas Filipinas
E tem mais: inhame, digo, taro, não é tubérculo nem rizoma. Pasme: é cormo. Com M.


Fonte: Blog da Sonia Hirsch, Deixa Sair

17 novembro 2013

A terapia Gerson

Acho que vale a pena assistir a esse vídeo sobre o tratamento do câncer e outras doenças degenerativas e crônicas criado pelo Dr. Max Gerson. Sou uma adepta da vida e dos tratamentos naturais. Assistam e tirem suas próprias conclusões.


03 novembro 2013

Novembro Azul




No mês passado tivemos o Outubro Rosa, mês da campanha de combate ao câncer de mama. Agora temos o Novembro Azul, campanha de combate ao câncer de próstata e dedicado à informação e prevenção da doença, que é a segunda causa mais comum de morte por câncer em homens no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele.
A próstata é uma glândula auxiliar do sistema genital masculino, localizada na frente do reto e embaixo da bexiga. Ela tem praticamente o tamanho de uma noz e pesa entre 15 e 30 gr.
Sua função é produzir o fluido que protege o nutre os espermatozoides no sêmen. Este líquido produzido pela próstata é importante para a vitalidade dos espermatozoides na fecundação.
É também dentro da próstata que ocorre a transformação do principal hormônio masculino (a testosterona) em diidrotestosterona, que controla o crescimento da glândula. Além da próstata, outras glândulas sexuais importantes nos homens são os testículos e as vesículas seminais. Juntas, essas glândulas secretam os fluidos que compõem o sêmen.




A próstata aumenta pouco na puberdade, atinge aproximadamente 20 gramas por volta dos 20 anos de idade e cresce em média 0,4 gramas por ano a partir dos 30 ou 40 anos. Este aumento não significa câncer. Mas geralmente causa problemas porque estreita a uretra provocando obstrução do fluxo da urina. O importante é que o homem cuide bem de sua saúde e visite um urologista assim que perceba qualquer alteração na próstata.
Em valores absolutos, o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalecente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação com os países em desenvolvimento.
Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.
Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm3 ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.
Para o diagnóstico, o paciente deve ser submetido ao teste sanguíneo do PSA (proteína encontrada no interior da próstata) e toque retal. É fundamental que todos os homens se mantenham atentos e realizem seus exames anuais, pois raramente a doença apresenta sintomas.

Fonte: INCA e Oncoguia.